É com esta asseveração categórica de Pareyson que retomo meus escritos neste blog.
Espaço considerado como linha de fuga, ponto cibernético de desconstrução.
Ponto cartográfico, impreciso e nebuloso, que se descontroi na tentativa da escrita, do argumento, do respiro.
Enfim, deixai as palavras falarem!
Seja por impulso, sede ou tormento.
Que elas tenham corpo de pedra, palha ou vento.
Apenas sentimentos.
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