Cala-te,
Ser dos controles,
este fio é meu,
a vida de meu andar,
seus saltos e sons não regulam.
Cala-te, fria sombra,
os músculos tensos vibram por meus quereres,
sua voz,
sem poderes,
da profunda surdez de mim.
Cala-te, faca desmontável,
seu pulso não oscila dos meus tremores,
tenho muitos amores,
que não vascilam como os seus.
Apenas, cala-te, mais uma vez,
e me deixa,
perder minha insensatez
fugindo de sua lúcida solidez.
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