O sujeito é pouco.
Sou teia na mosca,
a forma sem moldes.
O abraço do vento
é a essência que balbuci,
quando me calo,
e minha mão
fala impropérios,
num mundo dos impossíveis.
Nesse momento,
o que mais queria:
muito papel,
pouca folia,
para incendiar o externo
do fogo que me domina
quando flambo o papel,
com versos tremeluzentes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário