quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Aos vivos que aparecem...

Eis que brota mais um texto, entre tempos de silêncio (propício a germinação do inesperado?)
Não do silêncio das vozes, dos travesseiros mudos.
Um silêncio de mãos, que estavam atarefadas em outras lutas.
Aliás, tais mãos, com seus dedos rápidos e sensíveis querem atrelar resistência à escrita.

E eis que surge uma nova postagem, na perspectiva de preparar este solo em dormência, arando-o neste prefácio, para cultivar novos e variagados assuntos e inquietações, visando a colheita vindoura, de palavras e pensamentos.

Para aqueles que vida e crise se complementam, dioturnamente, como um pão e sua salgada margarina, fica o convite ao deleite desta travessia!

Aos vivos, que deveras apareçam.
Contra o estático mal-estar de uma asia socialmente construída!
Avante!

Fabrício D. Costa

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