Eis que brota mais um texto, entre tempos de silêncio (propício a germinação do inesperado?)Não do silêncio das vozes, dos travesseiros mudos.
Um silêncio de mãos, que estavam atarefadas em outras lutas.
Aliás, tais mãos, com seus dedos rápidos e sensíveis querem atrelar resistência à escrita.
E eis que surge uma nova postagem, na perspectiva de preparar este solo em dormência, arando-o neste prefácio, para cultivar novos e variagados assuntos e inquietações, visando a colheita vindoura, de palavras e pensamentos.
Para aqueles que vida e crise se complementam, dioturnamente, como um pão e sua salgada margarina, fica o convite ao deleite desta travessia!
Aos vivos, que deveras apareçam.
Contra o estático mal-estar de uma asia socialmente construída!
Avante!
Fabrício D. Costa
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